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Leme Marcas e Patentes

Avaliação de patentes vai render "pontos" a cientistas

A partir de junho, cientistas brasileiros ajudarão no processo de análise de patentes solicitadas ao Inpi (Instituto Nacional da Propriedade Industrial).

Em troca, em vez de receber remuneração, eles ganharão pontos no currículo acadêmico, o "lattes".

Esses pontos, que também são conferidos ao pesquisador quando ele publica artigos científicos, serão levados em conta, por exemplo, quando o cientista fizer um pedido de financiamento ao CNPq, agência federal de fomento à ciência.

A remuneração em dinheiro não está descartada. "Vamos pensar nisso no futuro", diz Júlio César Moreira, diretor de patentes do Inpi.

A parceria entre o instituto e o CNPq visa a agilizar a avaliação de patentes, que leva cerca de cinco anos --isso se o pedido foi feito em 2012; pedidos anteriores levam mais tempo.

A agilidade, espera-se, virá dos cientistas. Eles participarão da fase de pesquisa da patente, na qual é verificado se o pedido é mesmo novo.

A expectativa é que, por conhecer bem sua área, o cientista faça o trabalho de pesquisa mais rápido do que o Inpi. Esse processo hoje leva cerca de oito meses. Com os pesquisadores, o tempo pode ser reduzido em 30%.

INSPIRAÇÃO

A ideia da participação de cientistas na análise de patentes vem de fora: o JPO, equivalente ao Inpi no Japão, já tem usado esse sistema.

"Por lá tem dado bem certo", diz Moreira.

Por aqui, o Inpi vai fazer um experimento com 60 cientistas de engenharias mecânica, química e elétrica.

Eles farão uma capacitação em pesquisa de patentes em maio e começarão a receber os pedidos --encaminhados pelos examinadores do Inpi-- já no mês seguinte.

"A ideia é expandir a capacitação para além das engenharias no futuro", afirma Rafael Leite, chefe de propriedade intelectual do CNPq.

Quem se inscreveu para o projeto inicial quer "aprender o que é patenteável", como conta a engenheira química Claudia Danielle Carvalho de Sousa, pesquisadora da UFRJ. Ela é uma das 60 cientistas que vão participar da capacitação do Inpi.

"Também quero contribuir para as análises, que ainda demoram muito."

Inpi e CNPq acreditam que esse aprendizado pode trazer um efeito cascata positivo no processo de inovação.

A inserção dos cientistas na cultura de patenteamento pode melhorar os pedidos que chegam ao Inpi (hoje cerca de 20% são aprovados) e também as suas análises.

Ainda mais porque seis das dez maiores patenteadoras do Brasil são instituições de ensino e pesquisa: USP, Unicamp, UFMG, UFRJ, Fapesp (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo) e Fapemig (de Minas).

"A capacitação dos cientistas em patentes deve melhorar todo o processo. Haverá um subsídio melhor para as análises", diz Leite.

Para o engenheiro e consultor Bruno Rondani, criador do Open Innovation Center (centro de difusão de inovação brasileiro que reúne empresários, governo e universidades), a parceria vai funcionar se o incentivo para os cientistas for bom.

"Mas há muito cientista que nem sabe fazer revisão de artigo científico. Espero que essa má qualidade não se aplique ao Inpi."

FILA

A parceria com os cientistas é mais uma tentativa do instituto de reduzir o tempo de espera dos pedidos de proteção industrial no país. Hoje, há mais de 160 mil pedidos esperando por análise.

Desde o ano passado, tecnologias consideradas "verdes" já passaram a ser analisadas com prioridade. Três pedidos "verdes" foram deferidos em menos de um ano.

Já a partir deste ano, medicamentos para o combate ao câncer, à Aids e às doenças negligenciadas também vão furar a fila.


(Com informações da Folha de S. Paulo)

Apple pede inclusão do Galaxy S4 em processo de patentes

A Apple pediu a um juiz federal do Vale do Silício que inclua o novo smartphone da Samsung, Galaxy S4, na lista de dispositivos contemplados em seu processo de patentes contra a empresa sul-coreana. O pedido envolve o assistente pessoal de voz Siri.

A proposta foi incluída na agenda da audiência prevista para acontecer em 25 de junho na Califórnia. "As teorias da Apple sobre a infração (de suas patentes) com respeito ao S4 são idênticas às destacadas em outros produtos", afirmou o advogado Mark Lyon, em um documento apresentado em nome da companhia americana.

A Apple afirma que os produtos da Apple violam ao menos cinco de suas patentes, incluindo o Siri, além de acusar a rival sul-coreana de fazer cópias deliberadas e massivas do design e tecnologias usadas no iPhone e no iPad. 

A Samsung se tornou no maior vendedor mundial de smartphone, desbancando a Apple da liderança. As duas empresas vêm se enfrentando em tribunais de todo o mundo com acusações mútuas de violações de patentes.

Em março, um tribunal dos Estados Unidos reduziu em US$ 450 milhões a multa de mais de US$ 1 bilhão que a Samsung deveria pagar à Apple em um processo de patente.

(Com informações do portal TERRA) 

 

 

Processos de patentes aumentam, assim como grandes veredictos

A PricewaterhouseCoopers divulgou que o ano de 2012 foi o marco para litígios de patentes. Antes disso, apenas três casos haviam ultrapassado US$ 1 bilhão em danos. Apenas nos 12 meses do ano passado, foram mais de três – incluindo a grande disputa Apple x Samsung.

As indenizações decididas pelo júri da Corte Distrital de San Jose, na California, foram reduzidas de US$ 1,05 bilhão para US$ 600 milhões em março deste ano, a favor da Apple. EM junho, a Samsung ainda ganhou uma ação que proíbe importações do iPhone 4 com base numa decisão da Câmara de Comércio Internacional dos Estados Unidos (ITC, na sigla em inglês) por quebra de patente da Apple. Essa decisão deve ainda ter apelação da fabricante e pode ser revertida na Casa Branca.

Este vai e vém entre uma batalha gigante entre duas fabricantes de smartphones pode se tornar cada vez mais comum entre lideres de mercado, concluiu o estudo da PwC. O número de casos de quebra de patentes tipicamente aumenta 7% ao ano, mas entre os anos de 2011 e 2012, a alta foi de 59% para 5 mil casos.

Os outros processos que renderam penas bilionárias foram entre a Monsanto e a DuPont; e entre a Carnegie Mellon University e. o Marvell Technology Group.

O caso da Monsanto com a DuPont se arrastou por 10 anos e foi encerrado com licença de US$ 1,75 bilhão. A sentença reverteu uma decisão do júri, que havia estabelecido que a DuPont, detentora da empresa Pioneer Hi-Bred de sementes, precisava pagar à Monsanto US$ 1 bilhão por quebrar sua patente envolvendo um gene em grãos de soja. O gene faz das sementes mais resistentes a pesticidas.

Já o episódio entre Carnegie Mellon e Marvell permanece nos trâmites pós-julgamento. Em dezembro, uma corte federal dos Estados Unidos deu à universidade a vitória e o direito de receber US$ 1,17 bilhão pela quebra de duas patentes pela Marvell. A companhia havia produzido chips que incorporaram a técnica patenteada da Carnegie sobre a precisão com a qual os circuitos de discos rígidos são capazes de ler dados de hard disks de alta velocidade. A Marvell confirmou que irá pedir a reversão da sentença por meio de apelação – inclusive recorrendo ao Circuito de Corte de Apelações dos EUA, se necessário.

O crescimento no número de casos de patentes é, de certa forma, alinhado ao aumento do número de patentes registradas no U.S. Patent and Trademark Office, em elevação desde 2009, segundo o estudo. “Litígios de quebra de patentes não mostram sinais de desaceleração, seja como meio de gerar receita ou busca de vantagem competitiva”, conclui a PwC.



 

Fonte: Itweb

Sony registra tecnologia que marca sinais vitais de pessoas em fotografias

Uma patente registrada pela Sony nos Estados Unidos vai deixar a marcação de sorrisos e rostos dos amigos nas fotos no passado. Um documento vazado mostra que a companhia japonesa vem trabalhando em uma tecnologia de marcação de sinais vitais nas fotografias clicadas pelos seus smartphones ou câmeras. Com isso, passaria a ser possível saber os detalhes corporais das pessoas que aparecem nas fotografias e vídeos.

Os dispositivos da companhia teriam sensores semelhantes aos que existem em alguns aparelhos de ginástica e medidores cardíacos, capazes de detectar os sinais vitais das pessoas que aparecem nas fotos e vídeos registrados e marcar estas informações no arquivo. Assim, ao acessar uma imagem, o usuário poderia saber como estava a situação corporal de todos aqueles marcados.
 
O registro da patente foi iniciado em novembro de 2012, mas a garantia dos direitos da nova tecnologia para a Sony foi liberada somente na última sexta-feira (19), oito meses depois. O documento explica que pelo menos um sensor faria a captação dos dados vitais das pessos e os mesclaria com os arquivos.

A Sony demonstra no documento patenteado que os sinais vitais a serem identificados pela tecnologia são temperatura corporal, pulsação, pressão e nível de oxigênio do sangue, além de dados sobre respiração e pele. Resta saber, agora, se a empresa japonesa irá mesmo implantar a tecnologia em algum de seus aparelhos no futuro, e como o recurso será utilizado na prática pelos usuários.

 

 

 

 Fonte: Techtudo

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Informativos

  • Alerta contra fraudes +

    (09.05.16)

    Com base nas constantes denuncias feitas ao INPI (Instituto Saiba Mais
  • Benefícios fiscais +

    (16.07.13)

    A grande carga tributária brasileira é um dos desafios Saiba Mais
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